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É de vital importância que a família seja a 1ª responsável pela inclusão da pessoa com Síndrome de Donw.
Ao nascer um bebê, este precisa de toda assistência e dedicação para sua sobrevivência. Porém, um bebê com a Síndrome de Donw necessita de cuidados maiores. No período neonatal necessita de investigações médicas sérias para averiguar se não há anomalias congênitas, que muitas vezes ocorrem com bebês Down.
De imediato essa criança precisa de estímulos precoces em todos os sentidos (tato, olfato, gustação, audição e visão). Os cinco sentidos são a porta de entrada para o perfeito desenvolvimento do cérebro em crescimento.
O ambiente familiar deve ser rico em estímulos, toda a família deve estar envolvida para que essa criança possa desenvolver todas as suas potencialidades. È fundamental que a criança seja amada e valorizada, e que desde logo a família tenha um projeto de vida para esse novo ser.
Aceitar o bebê é o primeiro elo de inclusão. Uma vez incluído na família as barreiras externas se abrem (vizinhos, comunidade, igreja, locais de lazer, praças, enfim todos os lugares que a família freqüenta). Inclusão escolar é uma conseqüência da inclusão familiar.
Numa Associação temos mais suporte para nos fortificarmos e buscarmos em conjunto soluções para os múltiplos problemas que enfrentamos no dia a dia, na difícil tarefa de ajudar o nosso filho a crescer e se independisar.
Para cada ser humano a regra é a mesma: o ser criança, adolescente, adulto e bem mais tarde idoso. Ninguém pode pular etapas. Para que isso possa ser plenamente exercitado, temos que trocar idéias, estudar, discutir e muitas vezes lutar contra os nossos próprios preconceitos.
Numa Associação trocamos experiências, nos apoiamos, nos fortificamos, visualizamos soluções e assim, ajudamos as pessoas com Síndrome de Down e a sociedade em geral, a ultrapassar barreiras e consequentemente a viverem melhor.
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